O alerta chega antes dele.
Uma medida protetiva só funciona se alguém souber, na hora, que ela foi descumprida. Mulher + Segura avisa a vítima, a rede de apoio e o órgão responsável no instante em que o agressor se aproxima — direto no celular de cada um, sem tornozeleira e sem instalação.
Em conformidade com a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) e a LGPD.
Assim que o agressor rompe a distância mínima, o alerta dispara em tempo real.
Uma ordem judicial não persegue ninguém sozinha.
A medida protetiva define uma distância mínima que o agressor precisa manter. Mas sem alguém fiscalizando 24 horas por dia, o cumprimento depende de sorte — e a vítima costuma descobrir que ele está por perto só quando já é tarde.
A vítima não tem como saber, no dia a dia, se o agressor está se aproximando.
A denúncia de descumprimento costuma chegar depois que o risco já passou.
Monitorar com tornozeleira eletrônica custa caro e pode levar meses para ser instalado.
Quatro etapas, de ponta a ponta.
O acompanhamento roda sozinho, sem depender de vigilância manual — do cadastro da medida protetiva até o alerta chegar a quem precisa agir.
Cadastro da medida protetiva
Vítima e agressor são cadastrados no sistema, e a distância mínima definida pela Justiça vira a "zona de segurança" no aplicativo.
Verificação de identidade
O agressor recebe uma notificação e confirma quem é pela própria câmera do celular, em intervalos regulares — reconhecimento facial com prova de vida, para garantir que ninguém use o aparelho no lugar dele.
Monitoramento em tempo real
O aplicativo acompanha a localização dos dois continuamente e calcula a distância entre eles a cada instante.
Alerta imediato
Se ele entra na zona de segurança — ou some do mapa — o alerta chega em segundos: som crítico e notificação para a vítima, aviso para a rede de apoio, e um registro guardado como prova do ocorrido.
Um sistema, três perfis, uma única fonte de verdade.
Cada parte enxerga só o que precisa enxergar — e o órgão responsável enxerga tudo, com histórico completo.
App da vítima
Botão de pânico, mapa da zona de segurança e histórico de alertas na palma da mão.
Rede de apoio
Familiares e pessoas de confiança recebem o alerta no mesmo instante que a vítima.
Agressor monitorado
Verificação de identidade periódica, sem tornozeleira e sem instalação judicial.
Painel de gestão
Mapa em tempo real, ordens protetivas e histórico completo para o órgão responsável.
O padrão de hoje é hardware. O nosso é reconhecimento facial.
Monitoramento eletrônico hoje quase sempre significa tornozeleira: fabricação, contratação, logística e instalação judicial. Mulher + Segura substitui o equipamento físico por um app com verificação de identidade — mais rápido de colocar em uso, mais simples de ampliar.
✕ Tornozeleira eletrônica
- ✕ Depende de um equipamento fabricado sob encomenda
- ✕ Contratação pelo poder público é lenta, por licitação
- ✕ Instalar exige deslocamento e uma ordem judicial específica
- ✕ Cada novo caso significa comprar mais um equipamento
✓ Mulher + Segura
- ✓ Funciona no celular que a pessoa já tem
- ✓ Pode começar a proteger em dias, não em meses
- ✓ Verificação de identidade substitui o equipamento físico
- ✓ Atende quantos casos forem necessários, sem fila de espera
Dados sensíveis, tratados como sensíveis.
Vítima e agressor confiam informações delicadas ao aplicativo. Cada uma delas é protegida do início ao fim, seguindo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Criptografia de ponta a ponta
CPF e dados pessoais protegidos e nunca expostos, nem para a própria equipe técnica.
Todo acesso fica registrado
Quem consultou um dado, quando e por quê — um histórico permanente, com valor de prova.
Prazo de guarda definido
Os dados são mantidos só pelo tempo necessário e apagados de forma definitiva depois.
O controle é de quem é dono do dado
Acesso, cópia e exclusão dos próprios dados, a qualquer momento.
Avalie a plataforma com sua equipe.
Mostramos o fluxo completo — cadastro, verificação de identidade, alerta e histórico — em uma demonstração guiada, sem compromisso.